No Brasil, a "situação de Velho Oeste" se manifesta historicamente na Corrida de Ouro (séculos XVII-XVIII, com bandeirantes, garimpeiros e desbravadores em Minas Gerais, Goipás, Mato Grosso, criando vilas, conflitos e a lei do mais forte, similar à ausência de lei, exploração e aventura americana, e hoje, na AMAZÔNIA, com grilagem, desordem fundiária e violência, reproduzindo um cenário caótico de FRONTEIRA, mas com foco ambiental e conflitos políticos complexos.
Morei na Franteira do Brasil Bolívia e vivi uma experiência ímpar que nunca vou me esquecer, dista do ano de 2012 onde fui fazer uma experiência num Mosteiro, após meus filhos terem se casado e eu estar disponível para me dedicar à vontade de Deus.
Não foi daquela vez, mas pude conhecer a vida ribeirinha, as comunidades indígenas e a vida dificil do povos dos dois lados fronteiriços.
Festa de Peão é folclore em vista do que se passa em territórios de difícil acesso, de barro vermelho, clima tórrido, de saudade dilacerante e de 'terra sem lei' ainda nos dias atuais. Não só lá, entretanto, no sertão da Bahia, mais precisamente em Alagoinhas, também em missão, vi coisas que nem imaginava que existissem na atualidade.
Caminhei pela Mata AMAZÔNICA...
Vi um cenário aparentemente encantador...
Quando passeamos pelo Sul do Brasil vemos uma névoa pela estrada afora, mas a que vemos por aqui não é a serração sulina (muito bonita por sinal) muito pelo contrário, é a QUEIMADA NORTISTA...
Toda a névoa, em plena luz do dia, é fumaça que intoxica... não é a fumaça que sai dos rifles do Oeste... mas mata aos poucos...
Morei alguns meses na fronteira RO/Bolívia...
Aconteceu que tive toda sorte de congestionamentos, laringite, faringite, rinite, por aí vai...
O clima é seco demais.
Tive que esperar clarear um pouco o dia para podermos enfrentar as 4h da Mata afora.
A fumaça na estrada impossibilita a visualização da longa estrada.
Só quem percorre 4h dentro da Mata é que pode, no percurso de Porto Velho à Guajará Mirim... ou vice versa, compreender o que se passa no Norte do Brasil.
Desmatamento, queimadas, pasto seco, a olhos nus em nosso Oeste brasileiro.
Depois de 4 horas da capital à fronteira pela Mata Atlântica, cruzando queimadas, árvores cortadas sem piedade...
E as árvores cortadas continuam...
É crime ambiental?
Parece ou não com um Oeste tradicional?
Nosso meio de locomoção de um lado ao outro.
As flores podem secar depressa, pelo calor exaustivo, mas não podem faltar para embelezar a paisagem e a vida.
Lá onde morei naquele tempo, fui a jardineira do Mosteiro. Foi o que me deu frescor ao coração num clima de 'Oeste' inimaginável. As monjas diziam que eu estava benta, pois não sentia tanto calor assim, apesar dos graus elevadíssimos da região.
O rio refrescava as características do tal Oeste que conheci.
Lado Boliviano
A violência do Velho Oeste tinha muito de mito cinematográfico... foi muito acentuda, talvez hoje em dia haja Novos Oestes bem pertinho de nós. Basta ligarmos a TV...
"P, primeira palavra profiro, preferencialmente, Poema"
Paixão
por Pedro
Pai
piedoso, paciente, perseverante,
Permanentemente
paparicado
Por
parentes poderosos.
Pai
provedor, pacificador, perspicaz,
Pioneiro
provisão próximo
Para
perder pretensão.
Pai
paternal, pacato, puro, ponderado,
Pessoa
plena poderes precoces,
Partilha
planejamentos.
Pai
paternal, parceiro, persistente,
Presunção
perdida por perto,
Por
que pereceu?
Padrinho Pacificador
Padrinho provedor,
pondera palavras,
posterga provocações.
Padrinho protetor,
pode proibir
procura permitir.
Padrinho pacifico,
pede paz,
protege publicamente.
*Uma homenagem ao meu pai amado que se foi há 17 anos... com 85.
Inesquecível. Por ele, vim morar no ES da primeira vez e voltei ao RJ quando ele se foi, retornei para junto do meu padrinho, segundo pai meu. Tem 91, a caminho dos 9.2, com fé.