De 5 a 8 de Março... podendo postar em qualquer dia...
Recebi da amiga Campirela o convite para conduzir o Jueves da semana.
É com prazer e alegria que sugiro meditarmos sobre as cores e optarmos sobre a que mais identifica o nosso eu real.
Aqui, coloco algumas sugestões... mas sabemos que temos uma paleta gigante de cores primárias e secundárias...
Fiquemos à vontade para escolher a que mais nos aprouver e sejamos livres para discorrer ou em prosa ou em verso...
Boa reflexão a todos nós, Amigos!
As cores são extremamente preciosas, pois cada uma tem seu lado de morte e de vida.
O negro é a cor da lama, da fertilidade, da substância básica na qual semeamos nossas ideias, No entanto, o negro é também a cor da morte, do escurecimento da luz. O negro tem ainda um terceiro aspecto. Ele é a cor associada a cor da descida. O negro é a cor da promessa que você vai saber de algo que não sabia.
O vermelho é a cor do sacrifício, da fúria, de matar e de ser morto. No entanto , o vermelho é a cor da vida vibrante, da emoção dinâmica, da excitação, do eros e do desejo. É uma cor considerada um poderoso medicamento para as enfermidades psíquicas, uma cor que desperta o apetite. O vermelho é uma promesssa de ascenção ou de um nascimento que está para acontecer.
O branco é a cor do novo, do puro, do imaculado, é também a cor da alma livre do corpo, do espírito desembaraçado do físico. É a cor da nutrição essencial, do leite materno. Por outro lado, é a cor dos mortos, daquilo que perdeu seu tom rosado, o rubor da vitalidade. Quando surge o branco tudo fica, temporariamente, tábua rasa, sem nenhuma inscrição. O branco é uma promessa de que exige uma nutrição suficiente para que tudo comece de novo.