segunda-feira, 24 de julho de 2017

Tempo de Esperas (VII)


Voltar a olhar para a minha alma!

As armas do amor são profundas e definitivas.

Enxergar o  oásis!

O amor provoca delírios...

O que é felicidade para você?

Minha felicidade está escondida em coisas miúdas.

Pequenas interferências que quebram o cotidiano.

Preparar a felicidade  já é um jeito de ser feliz.

Consegue-se algo quando não há ninguém ao lado para dizer que não somos capazes...
(Tenho conseguido muitas coisas novas...)

Aprender a saborear as esperas...

P.S. O livro que tocou meu coração por explicar algumas coisas do passado já adormecido porque resolvido)

#leituradavez





domingo, 23 de julho de 2017

Tempo de Esperas (VI)



Amores desfeitos são como resfriados.

São doídos, ficamos indispostos, prostrados.

Inflar novos ares dentro de nós.

Apego ao passado é uma paralisia hedionda.

Acordar do sono!

(Exercício poético)

Passado é um quadro na parede... não é mobília principal.

Há pessoas que se vão de nossas vidas mesmo estando ao nosso lado.

O tempo é redentor.

O novo olhar nos cura porque expulsa o medo que até então morou dentro de nós.

A tristeza é um velório que a gente não quer terminar.

A velhice traz benefícios.

O mal estar do corpo é um recado que nos recorda a precariedade da matéria.



A tristeza é como um rio, se estancada, ela aprofunda.

Tempo de Esperas (V)



O ser humano fica desnudo.

Tudo o que é belo tende a ser simples.

Amar a dor...

Acolho a dor...

Abrir as portas... ao Amor!

Há sepultamentos que são necessários para o prosseguimento da vida!

O largo se torna estreito, o plural volta a ser singular.

Encaixando peças de um quebra cabeça vital.

Encantar-se com o silêncio.

Você dedica  amor a alguma realidade que lhe é inútil?

P.S. O livro que tocou meu coração por explicar algumas coisas do passado já adormecido porque resolvido)

#leituradavez










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