sábado, 17 de novembro de 2018

Tudo só Depende de Mim






"Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite. 
É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje. 
Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição. 
Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício. 
Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo. 
Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido. 
Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho. 
Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus. 
Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades. Se as coisas não saíram como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar. 
O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser. 
E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma. 
Tudo depende só de mim."

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Ventos de Mudança




"Quando sopram os ventos da mudança, alguns constroem abrigos e, outros, constroem moinhos e ficam ricos."

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

O Poder da Doçura




O Poder da doçura e da atitude com doçura

"O viajante caminhava pela estrada, quando observou  o pequeno rio que começava tímido por entre as pedras.
Foi seguindo-o por muito tempo.
Aos poucos, ele foi tomando volume e se tornando um rio maior.
O viajante continuou a segui-lo.
Bem mais adiante, o que era um pequeno rio, se dividiu em dezenas de cachoeiras, num espetáculo aos visitantes de águas cantantes.
A música das águas atraiu mais o viajante, que se aproximou e foi descendo pelas pedras, ao lado de uma das cachoeiras.
Descobriu, finalmente, uma gruta.
A natureza criara, com paciência, caprichosas formas na gruta.
Ele a foi adentrando, admirando sempre mais as pedras pelo tempo.
De repente, descobriu uma placa.
Alguém estivera ali antes dele.
Com a lanterna, iluminou os versos que nela estavam escritos.
Eram versos do grande escritor Tagore, prêmio Nobel de literatura de 1913:
Não foi o martelo que deixou perfeitas estas pedras, mas a água, com sua doçura, sua dança e sua canção.
Onde a dureza só faz destruir a suavidade consegue esculpir."






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