sábado, 30 de março de 2013

Por que eu Nasci? Sábado Santo


(Convento da Penha)

Uma vez, uma congregação ficou muito preocupada porque seu velho rabino continuava desaparecendo da sinagoga depois do início do Sabbath. Algumas pessoas temeram que ele estivesse se esquecendo dos seus próprios deveres. Outras, se preocuparam com o fato dele estar quebrando as leis do Sabbath, outras ainda, conhecendo sua reputação de santidade, insistiram que ele devia estar sendo revigorado no paraíso talvez até mesmo pelo próprio Elias, debatendo questões sagradas, para escapar dos problemas da idade.
Assim, para resolver as preocupações entre eles, em uma noite do Sabbath despachavam um espião para segui-lo e relatou aonde ele ia como era previsto, mal tinha se acendido as velas do Sabbath, quando o velho homem escapuliu da sinagoga, andando em silêncio pelo caminho, pelos bosques e pelo topo de uma montanha alta.
Por fim, seguindo atrás, também em silêncio, o espião podia ver uma cabana pequena ao longe. E, sem dúvida, era diretamente para chegar mais perto. Algumas braçadas a mais e o espião emoldurando na porta da entrada pela luz suave, com um jogo agonizante.
O espião deslizou para a lateral da cabana e prensou o rosto contra a janela. Mas nunca poderia ter imaginado a cena que viu. Ali, deitado em um leito rústico havia uma velha gentia, sua face era pálida, a respiração lenta.
Primeiro, o rabino varreu o chão. Depois, cortou mais lenha e alimentou o fogo. A seguir, tirou água limpa do poço. Por fim, o rabino preparou um caldeirão de sopa e o colocou perto da dama, ao lado dele.
O espião parou um momento para passar. 
- Não, disse o o espião. Ele não subiu ao paraíso. O rabino foi muito mais alto do que isso...


http://youtu.be/HLB0AxahjgA

Para apreciação saborosa do Sábado Santo...


P.S. Em Retiro Espiritual, na volta, responderei os comentários...


Buscando a Cristo - Gregório de Matos


A vós correndo vou, braços sagrados,
Nessa cruz sacrossanta descobertos,
Que, para receber-me, estais abertos,
É, por não castigar-me, estais curvado.

A vós, divinos olhos, eclipsados
De tanto sangue e lágrimas abertos,
Pois para perdoar-me, estais despertos,
E, por não condenar-me, estais fechados.

A vós, pregados pés, por não deixar-me,
A vós, sangue vertido, para ungir-me,
A vós, cabeça baixa, para chamar-me.

A vós, lado patente, quero unir-me,
A vós, cravos preciosos, quero atar-me,
Para ficar unido, atado e firme.



2 comentários:

  1. Amiga, o Convento da Penha tem um forte significado para mim, me traz lembranças da infância aonde fomos todos à Vitória, em missão de Fé, e acompanhei minha mãe pagando uma importante promessa.
    Feliz Páscoa!
    bjs Sandra
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  2. Passando para deixar um abraço e desejar uma Feliz Páscoa!

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