quarta-feira, 4 de julho de 2012

Tempo de Espera (III)

Jogo fora o peso da prepotência...
Identifico-me com o que tenho...
Sou jardineira fiel!
Saio do tempo estagnado...
Retiro ervas daninhas...
Nosso coração pode ser opositor da nossa felicidade...
Tempo de refazimento!

Saio da amargura da perda...
Desinflamo-me...
Sepulto os mortos do meu coração...
Conservo a materialidade que pertencia ao morto mas faz perder tempo... com o que é acidental...
Não só ser traído... mas não trair-se é a questão!


Nunca me esqueço dos amigos com quem partilho as minhas verdades...
Tempo de questionamento: mar em fúria...

A sabedoria carece de dor para crescer...
Reflorescimento humano...
Ao lado do amado, eu recebia um complemento a mais e ficava mais linda...

Nós? O amor tem o dom de fundir as identidades...

Tornando-as uma só mas sem que as particularidades se percam na fusão...
Simpatia - paixão- amor...

Fui feliz sem reservas!

2 comentários:

  1. "Saio do tempo estagnado...
    Retiro ervas daninhas..." Acredite, tem sido o meu maior exercício, meu maior esforço, pois como jardineira fiel, arranco quanto puder as ervas daninhas do meu jardim!Beijos! Fique bem!

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  2. O ser traído não podemos evitar... e dói! Muito! Mas trair-se é uma dor muito maior! Precisamos ser fiéis a nós mesmos, aos nossos princípios... Bjks e fique com Deus! Tetê - Livre Pensamento

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